Espaço do Jornalista Alaôr Filho DRT 789/MS


Professora nordestina escancara na web descaso com a educação. Realidade é idêntica a de MS

O Brasil ficou atônito na última semana com o pronunciamento contundente da professora Amanda Gurgel em uma audiência pública sobre educação realizada no Rio Grande do Norte.

No vídeo, que já coleciona mais de 1,8 milhão de acessos no youtube, além de ter trechos repercutidos em rede nacional pela TV Globo, a professora escancara em menos de dez minutos vários problemas enfrentados pelos professores e alunos do seu município para ter uma formação de qualidade.

O que nos espanta é que, mesmo distantes quase quatro mil quilômetros de lá, enfrentamos as mesmas dificuldades e descaso governamental com a questão educacional.

Em Dourados, a principal escola pública encontra-se fechada e sem perspectivas de reabertura. O prédio que deveria ser demolido para construção de um belo centro educacional, com maquetes do mesmo espalhadas por todos os jornais locais atribuindo a diversos políticos sua autoria, encontra-se tal e qual foi deixado pelos alunos a quase dois anos: em total estado de abandono. É possível que os alunos da Escola tenham de esperar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 para poder voltar a estudar no antigo prédio do colégio mais tradicional da cidade.

Além disso, outra escola estadual localizada no centro da cidade passou por uma reforma mal terminada desde 2008 e está sem perspectiva de reinauguração. Isso para não dizer do caos enfrentado por muitas escolas municipais no início do ano letivo que incluíam falta de professores, funcionários, merenda, estrutura física e apoio pedagógico.

A professora Amanda começa seu depoimento falando de números. E, enfatiza, “ele possui apenas três algarismos: um nove, um três e um zero: 930! Não é um número expressivo, mas é o número do meu salário!  Com nível superior e especialização”, diz. Os deputados presentes na audiência pareciam não acreditar no que ouviam. Engana-se quem acha que aqui do lado do Sul, a realidade é diferente. Nossos mestres precisam multiplicar os 930 de manhã, 930 de tarde e 930 de noite para sobreviver. A carga horária extenuante chega a 36 aulas dadas semanais.

O descaso é tal que nosso estimado governador teve a capacidade de entrar na justiça (Supremo Tribunal Federal) para não aplicar os 30% da carga horária destinada à hora atividade – período destinado à pesquisa, correção de provas e planejamentos – aos professores, previsto na Lei do Piso Salarial Profissional Nacional – Lei nº 11.738, de 16/7/2008. Pelo contrário, exigiu planejamentos quinzenais em vez de bimestrais. Se considerarmos que a Universidade destina mais de 50% da carga horária ao planejamento, vemos que a Educação Básica engatinha a passos lentos rumo ao desenvolvimento. Como dar uma boa aula com duas horas de planejamento semanais?

“Querem que nós salvemos o Brasil com um pedaço de giz e um quadro negro?” Esse é o maior desabafo da colega do nordeste. Onde estão os 25% da Educação? Cadê os recursos tecnológicos? Foram-se foram todos com os mais de mil notebooks destinados aos “melhores” alunos no final do ano passado? E aquele aluno que necessita de utilizar os recursos tecnológicos e têm dificuldade de aprendizagem? Resta a eles os PCs Linux ou os micros ano 1998 que ainda subsistem nas escolas? Ao professor cabe a responsabilidade de educar, absorver todas as pressões sociais, intermediar conflitos, planejar, avaliar, sem que a sociedade e o poder público lhe deem os subsídios mínimos necessários.  “Sou eu a redentora do país?” é um dos questionamentos mais contundentes.

Qualquer trabalhador tem direito à vale alimentação ou cesta básica. Isto é uma premissa até mesmo das empresas particulares. Ao professor, é renegado até mesmo o “cuscuz” da merenda! Segundo Amanda Gurgel, no RN é a promotoria que, em vez de apontar as falhas no processo educacional, está na escola para fiscalizar a destinação da merenda. Aqui ainda não temos a promotoria, mas temos gestoras a dizer: “professor não pode comer desse cuscuz aqui não! Se quiser, tem de ficar na fila dos alunos!” Agora questiono, como esperar na fila dos alunos dentro do exíguo tempo de descanso do(a) professor(a) no intervalo?

São graves os problemas educacionais do Brasil. Se quisermos adentrar o primeiro mundo temos de começar procurando meios de saná-los. A presidenta Dilma enfatizou em seu programa que a educação seria o diferencial de seu governo. Esperamos que essa prioridade inclua fiscalização nos municípios, aplicação correta dos recursos, investimento na formação e dignidade do(a) professor(a), cumprimento da lei do piso em MS já e escolas equipadas com material pedagógico e tecnológico moderno. Só assim teremos um país desenvolvido.

Contato filhoaf1@gmail.com

 



Escrito por Alaôr às 11h50
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Monografia

Análise dos recursos visuais nos jornais Diário MS e O Progresso: Infografia, Fotografia, Tipologia e Cor

Autor: Alaôr Fonseca Filho

Orientador: Professor Mestre Lucas Reino

Faculdade de  Comucação Social / Jornalismo da Unigran - Dourados MS

RESUMO 

            Este trabalho constitui-se de um estudo a respeito do emprego dos recursos visuais nos jornais Diário MS e O Progresso de Dourados. Inicia-se com um breve histórico do jornalismo impresso no mundo, no Brasil e no Estado de Mato Grosso do Sul. Discorre também sobre origens e o desenvolvimento de alguns recursos visuais e traz a definição e emprego de fotografia, infografia, tipologia e cor. A seguir é feito um breve histórico dos dois principais veículos impressos douradenses culminando com a análise minuciosa da presença desses recursos nos veículos entre os dias 10 e 20 de março de 2008.                                                                                                                      

 Palavras-chave: Jornal Impresso, Recursos visuais, infográficos, Fotografia, Diário MS, O Progresso.

 Para acessar é só clicar nos links abaixo:

Pré-textual: https://docs.google.com/fileview?id=0By0-dcZIEH-vNzQzM2FmMjAtZTMzNy00ZjMyLTg3N2YtZGU3ZjIyMDYxYTQ0&hl=pt_BR

Ficha catalográfica: https://docs.google.com/fileview?id=0By0-dcZIEH-vZjUxNGU0Y2QtYzVhNC00YWQ1LWJmYzQtMDYyZWM0YjlhY2Yw&hl=pt_BR

Monografia: https://docs.google.com/fileview?id=0By0-dcZIEH-vYjUwMzdmZTctNTc3ZS00ODZhLTkwODMtNDVjM2Q2MDIwOGFl&hl=pt_BR



Escrito por Alaôr às 02h41
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O que muda com a reforma da língua portuguesa

 

As novas regras da língua portuguesa começaram a valer em 2009. Mudanças incluem fim do trema e devem mudar entre 0,5% e 2% do vocabulário brasileiro. Veja abaixo quais são as mudanças.

 

HÍFEN

 

Não se usará mais:

1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"

2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"

 

TREMA

Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados

 

ACENTO DIFERENCIAL

Não se usará mais para diferenciar:

1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)

2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)

3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")

4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)

5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)

 

ALFABETO

Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"

 

ACENTOS

CIRCUNFLEXO

Não se usará mais:

1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem"

2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"

 

ACENTO AGUDO

Não se usará mais:

1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"

2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"

3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem

 

GRAFIA

No português lusitano:

  1. desaparecerão o "c" e o "p" de palavras em que essas letras não são pronunciadas, como "acção", "acto", "adopção", "óptimo" -que se tornam "ação", "ato", "adoção" e "ótimo"

 Elaborado por Alaôr Fonseca Filho com a colaboração da Folha de São Paulo (www.folha.uol.com.br) e ABL (www.academia.org.br)



Escrito por Alaôr às 17h57
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Simted Dourados empossa nova diretoria dia 2

30/01/2009 - 11:06 h

 

Novos membros foram eleitos em novembro e tomam posse nesta segunda-feira na sede da instituição

 

Neste dia 2 de fevereiro toma posse a nova diretoria do Simted – Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação que, pela primeira vez em sua história é constituída de forma proporcional, onde as duas chapas concorrentes estão sendo representadas. Os novos membros foram eleitos em novembro do ano passado e assumem os cargos conscientes dos grandes desafios que terão pela frente.

 

Dentre estes estão a implementação do piso salarial nacional para os professores e sua regulamentação, com as alterações no Plano de Cargos e Carreiras, além das negociações salariais com o Estado e o Município e o prosseguimento no fortalecimento da categoria.

 

A composição da nova diretoria tem na presidência José Carlos Brumatti; Vice-Presidente: Sílvio Raimundo da Silva; Secretaria Geral: Rosinéia Rodrigues Moreno; Secretaria Adjunta: Déborah Salete Fernandes Cruz; Secretaria de Finanças: Ataulfo Alves Stein Neto; Departamento de Administração e Patrimônio: Pablo André Crespan; Secretaria Adjunta de Finanças: Sideril Estevan Gomes; Secretaria de Comunicação: Maria de Lourdes Ibanhes; Secretaria de Formação Sindical: João Vanderley Azevedo; Secretaria de Políticas Educacionais: Amaiuza Souza Sanches; Departamento dos Especialistas de Educação: Beatriz Brites Mondadori; Secretaria de Assuntos Jurídicos: Agnaldo Florenciano; Secretaria de Políticas Sociais: Núbea Rodrigues Xavier; Departamento de Trabalhadores/ Anti-racismo: Jair Brito da Costa; Departamento da Mulher Trabalhadora: Mara Rubia Albuquerque Souza; Departamento dos Trabalhadores em Educação Indígena: Célia Reginaldo Faustino; Secretaria de Políticas Municipais: Ivanete Alves Nunes; Secretaria de Aposentados e Assuntos Previdenciários: Anestardo de Paula Deus; Secretaria de Cultura e Esporte: José Aureliano da Silva.

 

Na mesma ocasião tomam posse os membros do Conselho Fiscal, que será constituído pelos professores Alaôr Fonseca Filho, Eliza Cristaldo Romero Ogima, Paulo de Tarso Pereira, Neuza Narciso Zanforlin e Admir Candido da Silva como titulares e Gleidis Mendes Carvalho, Marlene Souza Ribeiro, Eliane Carollo Velozo, Jair Silveira de Almeida e Gilberto Correia Pereira como suplentes.

 

A cerimônia de posse será na sede da instituição na Rua Ciro Melo, 3870.

Fonte: http:www.douradosinforma.com.br/noticia.php%3Fid_noticia%3D77300+nova+diretoria+do+simted+dourados&hl=pt-BR&ct=clnk&cd=1&gl=br&lr=lang_pt



Escrito por Alaôr às 21h03
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Feliz Natal e um ótimo 2009!!!

Votos de Alaôr Fonseca Filho



Escrito por Alaôr às 22h12
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Educação 

Mostra na UNIGRAN destaca trabalhos acadêmicos de comunicação 

Sexta-feira, 21 de novembro de 2008 - 15h40m

Mostra na UNIGRAN destaca trabalhos acadêmicos de comunicação

Mostra na UNIGRAN destaca trabalhos acadêmicos de Comunicação  

A II Mostra de Comunicação da UNIGRAN destacou na noite desta quinta-feira, 20, o potencial dos projetos experimentais dos acadêmicos do último semestre dos cursos de Produção Publicitária e Jornalismo. A Mostra, um aporte prático do ensino universitário, destinou-se a divulgar a inovação dos futuros profissionais por meio dos trabalhos práticos de conclusão de curso. Uma Comissão Julgadora de profissionais de Dourados avaliou os trabalhos e gostaram da qualidade técnica dos estudantes.

 

“Acredito que o bom desempenho que eles apresentaram é o resultado da grande bagagem teórica que tiveram durante o curso. Deu para perceber que eles estão preparados para o mercado de trabalho”, disse a relações públicas Clarice Zanoni Fontes, diretora da DZM Comunicação e Eventos, uma dos avaliadores dos projetos experimentais.

 

A avaliação profissional foi realizada somente com os trabalhos dos estudantes de Produção Publicitária. Os de Jornalismo vão passar pela banca examinadora dos professores do curso. Os Projetos Experimentais são atividades em equipes, chamados de “agências” no curso de Publicidade e de “redações” no curso de Jornalismo. Desenvolver uma campanha completa para um cliente real, com spot, outdoor, comercial de TV e outras mídias promocionais foi o desafio dos publicitários.

 

A agência “Action Propaganda” fez a campanha institucional e promocional da empresa Yamanha, do segmento de motocicletas e motores. “Fizemos propaganda para o rádio, anúncios de jornal que foram veiculados na mídia”, disse a estudante Nislley Lara, uma das integrantes da agência. Com a campanha promocional, ela disse que a equipe decidiu em conjunto com o cliente que seria necessário lançar promoções para vender as motocicletas em estoque da linha 2008.

 

“A iniciativa deu certo. Das 13 motos modelo TTR que tínhamos, nove foram vendidas depois do lançamento da campanha que teve início na primeira semana deste mês”, comentou a estudante. O grupo dela está responsável por trabalhar com a campanha publicitária da empresa durante todo o mês de novembro. Os projetos dos alunos foram ao encontro da expectativa dos clientes, e agradou a comissão avaliadora pela dedicação aos projetos.

 

A jornalista e diretora da Paralela Comunicação, Irma Lupinetti, analisou a qualidade técnica dos trabalhos. “Todos os projetos foram bem-apresentáveis, completos, podemos perceber que realmente os estudantes estiveram fundamentados em pesquisa para desenvolver as atividades”, comentou.

Uma das condições para entrar na Mostra é a viabilidade do projeto para o mercado da comunicação. O Programa de televisão “Alternativa Saúde” foi um dos trabalhos do curso de jornalismo aceitos pela mídia, e que entrou na programação desta sexta-feira (21), no Canal 9 a cabo, a TV Grann Dourados.

“Nossa proposta é um programa com duração de 20 minutos voltados à saúde. Para essa mostra fizemos três reportagens”, disse o acadêmico Abílio Pietramale.

 

O grupo dele pretende buscar patrocínio e continuar com o programa. “Os diretores da televisão gostaram da proposta e aceitaram veicular nosso trabalho. Vamos agora ao encontro de investidores”, disse a acadêmica Daiane Garlet, que foi encarregada pela produção do programa “Alternativa Saúde”.

 

O curso de Produção Publicitária apresentou sete agências: Agência: Action Propaganda; cliente: Douramoto; Agência: Águia Comunicação; cliente: Maurão – Materiais para Construção; Agência: B. Up; cliente: Clínica de Beleza Espelho Meu; Agência: Clikidéias; cliente: Faculdade Teológica Batista Ana Wollerman; Agência: Flecha Comunicação; cliente: FV Comércio, Importação e Exportação de Cereais Ltda; Agência: Idéias Comunicação Publicitária; cliente: Fama Fest Buffet e, Agência: Viva; cliente: Lar Santa Rita.

No Jornalismo foram destacados os projetos Caderno MS Teen; Programas Radiofônicos “A voz da cidadania” e “Momento Cultural”; Revista Especializada “Saúde e Cia”; Assessoria de Imprensa “Usina São Fernando”; Programa Televisivo “Alternativa Saúde”; Site “Mulher Dourada”; Jornal “Circulando”. (FV)

 

Fonte: Douradosagora  (www.douradosagora.com.br)



Escrito por Alaôr às 00h39
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Redução da maioridade penal: Solução ou paliativo?

 www.planetanews.com

Observa-se atualmente um turbilhão de opiniões favoráveis a redução da maioridade penal no Brasil. A maioridade penal fixada em 18 anos é definida no artigo 228 da Constituição. É a idade em que, diante da lei, um jovem passa a responder inteiramente por seus atos, como cidadão adulto. É a idade-limite para que alguém responda na Justiça de acordo com o Código Penal. Um menor é julgado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 

Convidamos você, leitor a refletir: Será que a simples redução de 18 para 16 anos da maioridade penal esta seria a solução para a alta criminalidade que assombra o Brasil hoje? Ou seria mais uma forma de destruir nossa juventude já tão castigada pela situação social persistente no país.

 

Essa avalanche de opiniões normalmente se reascende quando ocorrem crimes por vezes hediondos envolvendo menores. É o que aconteceu no caso da more no menino João Hélio no Rio de Janeiro e no do menor que ficou conhecido como “maníaco da cruz” em Mato Grosso do Sul. No entanto, deve-se levar em consideração os motivos que os levaram a cometer tais crimes. Será que reduzindo a maioridade penais esses crimes deixariam de acontecer?

 

A quem tem essa opinião, eu recomendo observar o tratamento que se é dado nas Unidades de Internação de Menores (Uneis) em Mato Grosso do Sul, onde os internos têm acesso à estrutura educacional e psicológica, diferentemente dos presídios onde os detentos são jogados sem nenhuma dignidade e sem acesso a bens sociais, o que torna impossível a ressocialização.

 

Além disso, quem lê o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069 de 13 de julho de 1990) pode observar que a lei prevê penalidades aos menores infratores. A diferença é que além das penalidades, ele preocupa-se com a recondução do individuo à sociedade. Já os praticantes de crimes maiores não tem as mesmas oportunidades, porque uma vez nos presídios, o caminho mais natural é estar cada vez mais envolvidos com crimes e criminosos.

 

Portanto acredito que aplicando adequadamente a legislação vigente já faria diferença em relação a essa problemática. Há também a possibilidade de se fazer pequenas alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente para que seja aumentado o tempo mínimo de internação em casos extremos e só devolvê-los a sociedade quando provarem condições de convívio social pacífico. O que não se pode é destruir uma juventude já sofrida atirando-os em presídios que mais parecem depósitos de gente sem condições mínimas de recuperação. Alaôr Fonseca Filho

www1.folha.uol.com.br



Escrito por Alaôr às 13h42
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Jornalismo da UNIGRAN mobiliza-se pela obrigatoriedade do diploma.


Movimento na UNIGRAN apóia campanha da Fenaj.

O curso de Comunicação Social habilitação em Jornalismo da UNIGRAN realiza, nesta quarta-feira (20), a partir das 19 horas, uma mobilização de apoio à manutenção da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Alunos, professores e a Coordenação vão levar a questão para discussão junto aos outros acadêmicos, em concentração no Bloco II da Instituição.

A mobilização também colherá assinaturas no abaixo-assinado que a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) organiza em todo o território nacional. O movimento conta, ainda, com o apoio dos jornais locais Diário MS e O Progresso, que distribuirão a edição do dia entre os universitários, além de darem cobertura para projeção do evento.

Vestidos de preto, os acadêmicos e professores vão empunhar jornais em forma de diploma, com fita verde e amarela, símbolo da campanha da FENAJ. O Centro Acadêmico do curso de Jornalismo também apóia o movimento e fará apresentação cultural no espaço do intervalo do turno. (CM)



Escrito por Alaôr às 02h45
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TV ABERTA

No último dia 23/05, apresentei junto com a colega Silmara Diniz o Tv Aberta, produzido pelos acadêmicos de Jornalismo da Unigran.

 

Para assistir ao vídeo no youtube, clique aqui



Escrito por Alaôr às 12h22
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O Quereres

Caetano Veloso

Onde queres revólver sou coqueiro, onde queres dinheiro sou paixão
Onde queres descanso sou desejo, e onde sou só desejo queres não
E onde não queres nada, nada falta, e onde voas bem alta eu sou o chão
E onde pisas no chão minha alma salta, e ganha liberdade na amplidão

Onde queres família sou maluco, e onde queres romântico, burguês
Onde queres Leblon sou Pernambuco, e onde queres eunuco, garanhão
E onde queres o sim e o não, talvez, onde vês eu não vislumbro razão
Onde queres o lobo eu sou o irmão, e onde queres cowboy eu sou chinês

Ah, bruta flor do querer, ah, bruta flor, bruta flor

Onde queres o ato eu sou o espírito, e onde queres ternura eu sou tesão
Onde queres o livre decassílabo, e onde buscas o anjo eu sou mulher
Onde queres prazer sou o que dói, e onde queres tortura, mansidão
Onde queres o lar, revolução, e onde queres bandido eu sou o
herói

Eu queria querer-te e amar o amor, construírmos dulcíssima prisão
E encontrar a mais justa adequação, tudo métrica e rima e nunca dor
Mas a vida é real e de viés, e vê só que cilada o amor me armou
E te quero e não queres como sou, não te quero e não queres como és

REFRÃO

Onde queres comício, flipper vídeo, e onde queres romance, rock'nroll
Onde queres a lua eu sou o sol, onde a pura natura, o inseticídeo
E onde queres mistério eu sou a luz, onde queres um canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro, e onde queres coqueiro eu sou obus

O quereres e o estares sempre a fim do que em mim é de mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal, bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente pessoal, e eu querendo querer-te sem ter fim
E querendo te aprender o total do querer que há e do que não há em mim

 



Escrito por Alaôr às 02h27
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Brinquedoteca é espaço da criança, afirma coordenadora de Pedagogia

Um espaço consagrado pela participação das crianças; É a brinquedoteca, que atraiu centenas de crianças ao parque Antenor Martins

                             Crianças brincam na “brinquedoteca” da Unigran montada no Parque Antenor Martins. Foto: Alaôr Filho

 

         Jogos pedagógicos, pinturas, jogos de encaixe, esculturas. É uma amostra do que a Unigran oferece para as crianças no dia de ação social, realizado no parque Antenor Martins dia 27 de outubro.

 

         O espaço chamado brinqudeoteca ficou lotado durante todo o dia. Por lá passaram mais de 300 crianças, segundo a acadêmica de Pedagogia Karina da Silva, e superou todas as expectativas. “Víamos crianças por todo o parque, mas aqui elas sentiam que era o espaço delas”, afirma.

 

         A pequena Laísa, de 6 aos, veio do bairro Água Boa, e, em meio a muitos jogos pedagógicos, disse que brincou bastante “e não queria ir embora”. Ela veio com a tia e afirmou ter gostado do lugar, pois tinha muita criança e o que ela mais gostou foi ter brincado de casinha.

 

         É isso que o curso pretende, segundo a coordenadora de Pedagogia Vanderléia Mussi. Interagir com a comunidade, em um espaço lúdico consagrado pela participação das crianças no dia de ação social. Aqui, a universidade vê a comunidade diluída em outro espaço, afirma.

 

Ela afirma também que as crianças são um público exigente, têm muita curiosidade em seu processo de formação. A expectativa é que o evento ocorra nos próximos anos.

 



Escrito por Alaôr às 18h38
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Do academicismo à linguagem jornalística



Escrito por Alaôr às 23h17
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O desejo de ter boas matérias publicadas no Jornal “A Notícia” e a busca de um sonho fizeram-me adequar a produção de texto à linguagem jornalística

 

       Durante grande parte de minha vida, busquei no rebuscamento da linguagem a perfeição na comunicação. Meu sonho de vida sempre foi fazer faculdade de Jornalismo. Nem sei ao certo as razões exatas para tal. Terminado o Ensino médio nos idos de 1992, esse sonho não era mais que utopia, pois as condições financeiras e a distância de um curso na capital não o permitiam.

 

         Busquei nas Letras a realização do sonho de menino. Lá me encontrei. Literatura portuguesa, brasileira, inglesa, norte-americana. Latim! Língua, concordâncias, metáforas e catacreses me fascinavam. Desde então, dez anos se passaram até a entrada na faculdade de Jornalismo.

 

         Foi necessário chegar até aqui para descobrir que a perfeição na comunicação não está em regurgitar um vernáculo academicista, e sim em transmitir ao leitor simplesmente o que ele quer saber. Esse caminho foi penoso. A resistência em quebrar o paradigma da introdução, desenvolvimento e conclusão arraigados desde o ensino médio foi dolorosa.

 

         Ao me chocar com o lide, tentei mudá-lo, quebrá-lo, modificá-lo. Não sabia eu que a linguagem jornalística faz-se de “Quens”, “Comos”, “Quandos”, “Porquês” e “Ondes”. É necessário “entregar logo o ouro para o leitor”. Tentar fisgá-lo pelo gancho e atraí-lo para a leitura do desenvolvimento da matéria.

 

         Assim com muita resistência penso ter conseguido atingir o ideal da linguagem jornalística. As edições do jornal laboratório “A Notícia” contribuíram para tal. O desejo de ver a matéria publicada, de fazer bem feito, de fazer melhor. As dicas dos professores, as correções e até mesmo as críticas me fazem amadurecer e trocar o literário pelo casual.



Escrito por Alaôr às 23h16
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Intérpretes auxiliam na inclusão de deficientes auditivos

A intérprete Caroline de Matos Santos acompanha as alunas Jéssica e Rosilane Francisco durante as aulas.Foto: Alaôr F. Filho



Escrito por Alaôr às 22h12
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O tradutor da língua brasileira de sinais, LIBRAS, ou intérprete, é a principal ponte entre os deficientes auditivos e o conhecimento. O papel dos intérpretes é preponderante para a retenção de conhecimentos para alunos com baixa audição.

 

Segundo a intérprete Irenice Conceição Bobadilha Farinha, o profissional da área precisa ter o domínio de termos e expressões, além de estar informado a respeito dos autores, sua obra e cultura.

 

Irenice afirma também que é preciso ter espontaneidade de expressão cotidiana e das gírias existentes, uma grande capacidade de concentração e memória, treino auditivo e rápida compreensão dos discursos orais, capacidade de síntese para manter o ritmo da interpretação.

 

As alunas do 5º ano da Escola Estadual Menodora Fialho de Figueiredo Jéssica e Rosilene Francisco dizem que se sentem bem com a intérprete as auxiliando no entendimento das matérias transmitidas pelos professores. Elas são acompanhadas durante as aulas pela intérprete Caroline de Matos Santos.




Escrito por Alaôr às 22h09
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