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Educação 

Mostra na UNIGRAN destaca trabalhos acadêmicos de comunicação 

Sexta-feira, 21 de novembro de 2008 - 15h40m

Mostra na UNIGRAN destaca trabalhos acadêmicos de comunicação

Mostra na UNIGRAN destaca trabalhos acadêmicos de Comunicação  

A II Mostra de Comunicação da UNIGRAN destacou na noite desta quinta-feira, 20, o potencial dos projetos experimentais dos acadêmicos do último semestre dos cursos de Produção Publicitária e Jornalismo. A Mostra, um aporte prático do ensino universitário, destinou-se a divulgar a inovação dos futuros profissionais por meio dos trabalhos práticos de conclusão de curso. Uma Comissão Julgadora de profissionais de Dourados avaliou os trabalhos e gostaram da qualidade técnica dos estudantes.

 

“Acredito que o bom desempenho que eles apresentaram é o resultado da grande bagagem teórica que tiveram durante o curso. Deu para perceber que eles estão preparados para o mercado de trabalho”, disse a relações públicas Clarice Zanoni Fontes, diretora da DZM Comunicação e Eventos, uma dos avaliadores dos projetos experimentais.

 

A avaliação profissional foi realizada somente com os trabalhos dos estudantes de Produção Publicitária. Os de Jornalismo vão passar pela banca examinadora dos professores do curso. Os Projetos Experimentais são atividades em equipes, chamados de “agências” no curso de Publicidade e de “redações” no curso de Jornalismo. Desenvolver uma campanha completa para um cliente real, com spot, outdoor, comercial de TV e outras mídias promocionais foi o desafio dos publicitários.

 

A agência “Action Propaganda” fez a campanha institucional e promocional da empresa Yamanha, do segmento de motocicletas e motores. “Fizemos propaganda para o rádio, anúncios de jornal que foram veiculados na mídia”, disse a estudante Nislley Lara, uma das integrantes da agência. Com a campanha promocional, ela disse que a equipe decidiu em conjunto com o cliente que seria necessário lançar promoções para vender as motocicletas em estoque da linha 2008.

 

“A iniciativa deu certo. Das 13 motos modelo TTR que tínhamos, nove foram vendidas depois do lançamento da campanha que teve início na primeira semana deste mês”, comentou a estudante. O grupo dela está responsável por trabalhar com a campanha publicitária da empresa durante todo o mês de novembro. Os projetos dos alunos foram ao encontro da expectativa dos clientes, e agradou a comissão avaliadora pela dedicação aos projetos.

 

A jornalista e diretora da Paralela Comunicação, Irma Lupinetti, analisou a qualidade técnica dos trabalhos. “Todos os projetos foram bem-apresentáveis, completos, podemos perceber que realmente os estudantes estiveram fundamentados em pesquisa para desenvolver as atividades”, comentou.

Uma das condições para entrar na Mostra é a viabilidade do projeto para o mercado da comunicação. O Programa de televisão “Alternativa Saúde” foi um dos trabalhos do curso de jornalismo aceitos pela mídia, e que entrou na programação desta sexta-feira (21), no Canal 9 a cabo, a TV Grann Dourados.

“Nossa proposta é um programa com duração de 20 minutos voltados à saúde. Para essa mostra fizemos três reportagens”, disse o acadêmico Abílio Pietramale.

 

O grupo dele pretende buscar patrocínio e continuar com o programa. “Os diretores da televisão gostaram da proposta e aceitaram veicular nosso trabalho. Vamos agora ao encontro de investidores”, disse a acadêmica Daiane Garlet, que foi encarregada pela produção do programa “Alternativa Saúde”.

 

O curso de Produção Publicitária apresentou sete agências: Agência: Action Propaganda; cliente: Douramoto; Agência: Águia Comunicação; cliente: Maurão – Materiais para Construção; Agência: B. Up; cliente: Clínica de Beleza Espelho Meu; Agência: Clikidéias; cliente: Faculdade Teológica Batista Ana Wollerman; Agência: Flecha Comunicação; cliente: FV Comércio, Importação e Exportação de Cereais Ltda; Agência: Idéias Comunicação Publicitária; cliente: Fama Fest Buffet e, Agência: Viva; cliente: Lar Santa Rita.

No Jornalismo foram destacados os projetos Caderno MS Teen; Programas Radiofônicos “A voz da cidadania” e “Momento Cultural”; Revista Especializada “Saúde e Cia”; Assessoria de Imprensa “Usina São Fernando”; Programa Televisivo “Alternativa Saúde”; Site “Mulher Dourada”; Jornal “Circulando”. (FV)

 

Fonte: Douradosagora  (www.douradosagora.com.br)



Escrito por Alaôr às 00h39
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Redução da maioridade penal: Solução ou paliativo?

 www.planetanews.com

Observa-se atualmente um turbilhão de opiniões favoráveis a redução da maioridade penal no Brasil. A maioridade penal fixada em 18 anos é definida no artigo 228 da Constituição. É a idade em que, diante da lei, um jovem passa a responder inteiramente por seus atos, como cidadão adulto. É a idade-limite para que alguém responda na Justiça de acordo com o Código Penal. Um menor é julgado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

 

Convidamos você, leitor a refletir: Será que a simples redução de 18 para 16 anos da maioridade penal esta seria a solução para a alta criminalidade que assombra o Brasil hoje? Ou seria mais uma forma de destruir nossa juventude já tão castigada pela situação social persistente no país.

 

Essa avalanche de opiniões normalmente se reascende quando ocorrem crimes por vezes hediondos envolvendo menores. É o que aconteceu no caso da more no menino João Hélio no Rio de Janeiro e no do menor que ficou conhecido como “maníaco da cruz” em Mato Grosso do Sul. No entanto, deve-se levar em consideração os motivos que os levaram a cometer tais crimes. Será que reduzindo a maioridade penais esses crimes deixariam de acontecer?

 

A quem tem essa opinião, eu recomendo observar o tratamento que se é dado nas Unidades de Internação de Menores (Uneis) em Mato Grosso do Sul, onde os internos têm acesso à estrutura educacional e psicológica, diferentemente dos presídios onde os detentos são jogados sem nenhuma dignidade e sem acesso a bens sociais, o que torna impossível a ressocialização.

 

Além disso, quem lê o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069 de 13 de julho de 1990) pode observar que a lei prevê penalidades aos menores infratores. A diferença é que além das penalidades, ele preocupa-se com a recondução do individuo à sociedade. Já os praticantes de crimes maiores não tem as mesmas oportunidades, porque uma vez nos presídios, o caminho mais natural é estar cada vez mais envolvidos com crimes e criminosos.

 

Portanto acredito que aplicando adequadamente a legislação vigente já faria diferença em relação a essa problemática. Há também a possibilidade de se fazer pequenas alterações no Estatuto da Criança e do Adolescente para que seja aumentado o tempo mínimo de internação em casos extremos e só devolvê-los a sociedade quando provarem condições de convívio social pacífico. O que não se pode é destruir uma juventude já sofrida atirando-os em presídios que mais parecem depósitos de gente sem condições mínimas de recuperação. Alaôr Fonseca Filho

www1.folha.uol.com.br



Escrito por Alaôr às 13h42
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